sexta-feira, 20 de abril de 2012

Super Camera da Nikon

A Nikon anunciou, nesta quinta-feira, a Nikon D3200, câmera com sensor CMOS, resolução de 24,2 MP e dispositivo de processamento de imagem EXPEED 3. Destaque para a conexão wi-fi, que permite envio de fotos da câmera para tablets e smartphones. A câmera vem acompanhada com lente DX 18-55mm de abertura f/3.5-5.6 e grava vídeos em Full HD (1080p).

O responsável pela transferência de fotos para dispositivos móveis é o Adaptador Móvel Sem Fio WU-1a. O acessório, que deve custar aproximadamente R$100, é pequeno e fica perto das entradas para USB, ao lado da câmera. Novos modos de cena também foram adicionados.
Para fotógrafos mais avançados, a novidade é que a câmera agora tem opções como tirar fotos mais brilhantes, com redução de ruído e modo especial para o pôr do sol.
Processador
A sensibilidade do ISO também está maior em relação à D3100, podendo chegar a 12800. O sistema EXPEED 3 foi otimizado para câmeras digitais SLR, permitindo renderização e mais velocidade na transferência de imagens.
A empresa destaca que este modelo é o que terá melhores resultados, inclusive para filmes. A resolução para gravar tem alta qualidade, de1920 x 1080 pixels. A Nikon D3200 já está sendo vendida na Amazon, loja americana online, por US$ 699,00

20 anos de vida útil.

Em termos de lâmpadas não há muito o que se evoluir, mas a Philips conseguiu criar uma lâmpada diferente, feita de LED e que tem potencial para durar até 20 anos. O dispositivo, que recebeu prêmio de eficiência do departamento de energia americano, passou a ser vendido no final de semana nos Estados Unidos.

A lâmpada chega a ter até seis vezes mais vida útil do que as lâmpadas fluorescentes normais, e gasta apenas 10 W de energia, que pode gerar uma economia de em média 8 dólares ao ano, segundo a empresa produtora. Além disso, por não conter nenhum vapor de mercúrio, ela não prejudica tanto o meio ambiente se for quebrada.
O preço original da lâmpada de LED da Philips será de US$ 60 dólares, mas grandes cadeias de lojas americanas já garantiram que vão oferecer descontos e fazer com que o valor final atinja US$ 22 dólares. O objetivo é fazer com que ela substitua as lâmpadas incandescentes o mais rápido possível, já que em 2014 elas serão banidas por lá.

quinta-feira, 19 de abril de 2012

God of War Ascension

A loja Amazon parece ter antecipado o grande anúncio da Sony para hoje (19), listando um novo capítulo da franquia God of War, como já era esperado, chamado God of War: Ascension. O jogo, que será lançado para o console PS3, também recebeu seu primeiro trailer.
Aparentemente a história será mesmo uma prequel, como diziam alguns rumores, se passando antes da trilogia original. Ela contará de “um tempo antes de Kratos se tornar um monstro conhecido como o Fantasma de Sparta”, de acordo com o trailer.
Poucos detalhes foram dados até agora e a página da Amazon apenas comenta: “Junte-se a Kratos conforme ele busca liberdade, redenção e clareza para vingar sua família em uma das aventuras God of War mais ambiciosas da série até agora”.

PES 2013 no forno...

Mais um ano, mais um Pro Evolution Soccer em produção. O estúdio japonês Konami acaba de inaugurar o site oficial de Pro Evolution Soccer 2013, ou PES 2013, novo game de sua popular marca de futebol que novamente promete surpreender os fãs. O site foi revelado no Twitter oficial da empresa, que promete um anúncio para a próxima sexta-feira.


O site pode ser acessado por este link, mas ainda não mostra nenhuma imagem ou detalhe sobre o jogo de futebol – a não ser pelo logo oficial e as 12 estrelas, que representam os 12 games anteriores da série.
Para este novo game, os fãs gostariam de ver inúmeras novidades em relação a PES 2012. Algumas reclamações do jogo anterior envolvem o recurso de defesa (incluindo zagueiros e goleiros) que possui falhas, bugs diversos (de colisão entre jogadores, erros de jogo, etc) e melhorias gerais, como mais times e jogadores licenciados oficialmente – nada de jogadores com nomes genéricos.
A adição de novos modos de jogo também seria bem vinda, como elementos vistos na série FIFA, a exemplo de partidas online entre 22 participantes, cada um com um jogador em campo. Por falar em modo online, espera-se alguma melhoria no sistema de salas e busca de oponentes.
Pro Evolution Soccer 2013 deve ser lançado no final do ano, para as principais plataformas do momento, o que inclui PlayStation 3, Xbox 360, PS Vita, Nintendo 3DS, Wii, PC e talvez até o Wii U. Ainda não se sabe se o game será lançado oficialmente no Brasil e se terá, novamente, narração de Silvio Luiz.

quarta-feira, 18 de abril de 2012

Samsumg Galax S III ???


Uma fonte próxima à Samsung revelou para um blog brasileiro duas supostas fotos do aguardado Galaxy S III. Além das imagens, há informações de que o smartphone estaria sendo montado no Brasil, e que possivelmente chegue às lojas ainda em maio. A empresa programou a apresentação oficial de seu Android top-de-linha para o próximo dia 3.
 As fotos foram divulgadas pelo blog brasileiro Gizmodo Brasil, que declarou ter tido contato com uma fonte que "teve acesso a um aparelho que foi chamado de “Galaxy S III” em seus encontros com ele".
Nos relato publicado pelo blog, a fonte afirma que o Samsung Galaxy S III é mais fino que o atual Galaxy S II, apesar de "levemente mais pesado", por conta de sua tela maior. A câmera traseira, além disso, teria 12 megapixels.
 Apesar do vazamento, é possível que este aparelho seja apenas um protótipo ou um outro modelo que ainda será lançado pela Samsung. A fonte confirma essa possibilidade “por causa da velocidade e da tela”, como justificou. Além disso, a reportagem diz que o número serial pode se referir ao Samsung GT-I9300 (ou Galaxy M), um aparelho mid-range que a Samsung pretende lançar em maio. O portal internacional de tecnologia GSM Arena já havia levantado essa questão em outra ocasião, quando também vazaram supostas fotos do Galaxy S III.


Comparando as duas fotos, no entanto, é possível notar que um botão frontal diferencia o modelo registrado pelo Gizmodo do modelo falando no GSM Arena. Além disso, uma "fonte da CNET disse que o próximo topo de linha da Samsung terá sim um botão frontal", declarou o blog.
Verdade ou não, os futuros proprietários do Galaxy S III só saberão a verdade no dia 3, quando a Samsung revelar o aparelho ao mundo.

Via Techtudo.com.br

Windows 8 vem ai... com apenas 2 versões

A Microsoft anunciou ontem (16) que o seu próximo sistema operacional para desktops deverá possuir apenas duas edições para o usuário doméstico. O Windows 8 estará disponível para venda apenas nas edições normal e Pro, esta última voltada ao usuário avançado, com sistema de arquivos criptografado, área de trabalho remota e outras funcionalidades. Diferentemente do que acontece com o Windows 7, com várias edições disponíveis (Starter, Home Basic, Home Premium, Professional, Enterprise e Ultimate), a Microsoft optou por usar um modelo semelhante ao Windows XP, em que havia apenas duas edições básicas. Usuários de Windows 7 poderão fazer o upgrade para o Windows 8 mantendo os arquivos pessoais, mas quem possui a edição Professional ou Ultimate somente poderá atualizar o sistema para o Windows 8 Pro. Mesmo a edição mais básica terá os recursos necessários para uma boa experiência com o Windows 8. A interface Metro, a Windows Store, os principais aplicativos, a reinstalação rápida do sistema e outras funcionalidades estão presentes tanto na edição normal quanto na Pro. Porém, usuários que necessitam de recursos como BitLocker, Hyper-V e Group Policy, deverão obrigatoriamente adquirir o Windows 8 Pro, mais caro. Esta é a primeira vez que a Microsoft confirma oficialmente o nome Windows 8. Além das edições para desktops, o Windows 8 possuirá uma versão chamada de RT, disponível apenas para tablets com processador ARM, largamente utilizados no iPad e nos dispositivos com Android. O Windows on ARM terá a suíte Office pré-instalada, como acontece no Windows Phone. Uma edição para uso por grandes empresas também será comercializada.

O SOPA se foi mas vem ai o CISPA... Leia na integra.

A Casa Branca se manifestou insatisfeita com o novo projeto lei de controle e segurança da web, o Cispa, ou Ato de Proteção e Compartilhamento de Inteligência Virtual (Cyber Intelligence Sharing and Protection Act, no original em inglês). Sem citar o nome da proposta, a porta-voz do Conselho de Segurança Nacional, Caitlin Hayden, afirmou na noite de terça-feira que qualquer legislação de segurança virtual deveria conter fortes proteções à privacidade dos cidadãos. A opinião se alinha a de órgãos de defesa de liberdade expressão e online, que lançaram no início da semana uma campanha contra o Cispa. O projeto deve ser apreciado na quarta-feira da semana que vem, dia 23, pelo congresso dos Estados Unidos. Opositores como a Fundação Fronteira Eletrônica (EFF) e o Centro pela Democracia e Tecnologia (CDT), entre outros, acusam a proposta de ser um "novo Sopa", em referência ao projeto de lei antipirataria retirado da pauta no início do ano. Mas o Cispa também tem apoiadores de peso, entre os quais empresas como Facebook e Microsoft. A maior rede social do mundo manifestou ser a favor do Cispa na sexta-feira, através de um post na página oficial, assinado pelo vice-presidente de Políticas de Privacidade, Joel Kaplan. O texto argumenta que a nova lei vai permitir o intercâmbio mais rápido entre empresas privadas e órgãos do governo de informações sobre ameaças virtuais, o que possibilitaria, na visão do Facebook, uma ação mais rápida para proteger as redes e os dados de seus usuários. Este é exatamente o mote com que o Cispa está sendo apresentado: permitir a proteção contra ataques a redes e serviços, garantindo mais segurança online. Mas os opositores do projeto continuam vendo nele algumas das ameaças que encontravam no Sopa (Stop Online Piracy Act) e no Pipa (Protect Intellecutal Property Act). A primeira diferença entre estes últimos projetos - hoje já sem força no congresso americano - e o que será apreciado na próxima semana seria o conceito. Enquanto Sopa e Pipa eram voltados à proteção de direitos autorais, o Cispa tem a alegada intenção de garantir a segurança dos usuários da web. Mas, para a EFF e as outras organizações que se opõem ao projeto, a entrega "indiscriminada" de informações de usuários considerados "ameças" a órgãos do governo significa uma ofensa aos direitos dos cidadãos. "Somos enormes apoiadores da segurança das redes - mas sabemos que sacrificar as liberdades civis dos internautas é uma troca desnecessária e indesejada", afirma a fundação no post de lançamento da campanha - intitulada "Pare com a espionagem virtual" (Stop ciber spying, no original em inglês). O site da campanha destaca o trecho da lei que diz que as informações dos suspeitos de ameaças poderiam ser compartilhadas "independente de outras provisões legais". Outra crítica da EFF é que o projeto de lei permitira que o compartilhamento de dados dos usuários acontecesse sem que a pessoa "alvo" soubesse que está sendo, de alguma forma, considerada uma ameaça. Porque Facebook e outras empresas apoiam o Cispa Diferente do Sopa, com o Cispa a responsabilidade de regulação das atividades online deixa de ser das companhias privadas, como o Facebook, e passa a ser de um órgão do governo. Com o Sopa, eram as empresas que deviam rastrear os usuários e garantir que nenhuma ação desrespeitasse direitos autorais - por isso a preocupação de que sites como a rede social fossem deixar de existir, já que poderiam, por exemplo, ser tirados do ar por causa do post de um usuário. Com o Cispa, é o governo quem vai identificar quem representa uma ameaça e pedir dados sobre o indivíduo às companhias. Se um usuário postar no Facebook que pretende explodir uma bomba em algum lugar, o governo pode pedir informações sobre a pessoa e evitar o ataque, dizem os defensores do projeto. Além disso, o Cispa daria a sites como o Facebook um endereço para onde enviar - voluntariamente - informações sensíveis, para que alguém tome uma atitude sobre elas. As autoridades, por outro lado, não poderiam obrigar uma companhia a ceder informações caso ela se recusasse a fazê-lo de bom grado. O Facebook, em seu texto de, ressalta que seu interesse maior é em receber as informações sobre ameaças que o órgão do governo vai enviar. Na rede social, o texto de Kaplan afirma que quanto mais dados sobre ataques forem compartilhados entre as empresas, e quanto mais rápido isso acontecer, melhor será a proteção que as companhias podem oferecer a seus usuários e aos dados que eles confiam a elas. Além do Facebook, outras 28 empresas de tecnologia - entre elas Intel, IBM, Oracle, Symantec e Verizon - e organizações do setor já manifestaram apoio ao projeto, que também tem o "pré-voto" de 106 representantes do congresso americano. Este última contagem evidencia que o Cispa tem mais força do que Sopa e Pipa tiveram a seu tempo. Some-se a isso o fato de que os proponentes do projeto, os senadores Mike Rogers, republicano, e Dutch Ruppersberger, democrata, simbolizam uma proposta bipartidária - o que, em tese, garante ainda mais força na casa legislativa. Porque organizações como a EFF criticam o Cispa O maior problema da proposta seria a redação vaga, com definições amplas e que abre brechas a interpretações. Os pontos levantados por EFF e CDT, por exemplo, destacam que o projeto de lei não especifica quais "agências do governo" poderiam receber as informações, o que significa que órgãos de defesa como o exército poderiam estar entre elas, o que não agrada aos opositores do Cispa. A EFF cita como exemplo de conceituação vaga o trecho da lei que trata de "inteligência contra ameaças virtuais" e de "pressupostos de segurança virtual", definidos como "roubo ou apropriação indevida de informações privadas ou estatais, propriedade intelectual ou informações pessoais sensíveis". "Sim, propriedade intelectual", diz a nota da EFF, "é um pequeno pedaço do Sopa embrulhado em um projeto de lei supostamente criado para facilitar a detecção e a defesa contra ameaças à cibersegurança". A fundação exemplifica que, em situação extrema, um provedor de internet poderia bloquear o acesso de um usuário ao The Pirate Bay sob a alegação de que o site fornece conteúdo classificado como "ameaça à cibersegurança" pela redação do texto. Sobre a redação da lei, o Facebook, por exemplo, argumenta que está em contato com os congressistas para, nessa fase de emendas em que o projeto se encontra antes da apreciação da semana que vem (veja alterações aqui, em inglês), "abordar questões e preocupações legítimas sobre como a informação (do usuário) pode ser compartilhada com o governo de acordo com o projeto". Esse ponto também é alvo de críticas dos opositores do Cispa, que argumentam que a proposta forneceria uma forma "muito fácil" ao governo de acessar dados pessoais sem necessidade de um mandato, por exemplo, o que violaria a Quarta Emenda da constituição americana - que protege o cidadão contra revistas e apreensões sem motivos concretos. Na segunda-feira, empresas como Apple, Intel e Microsoft, representadas pela Aliança das Empresas de Software (BSA), reuniram-se com representantes do CDT para tentar encontrar termos comuns em relação ao projeto. O centro não se manifestou ainda sobre e o assunto, mas a BSA publicou uma nota em que afirma concordar que o texto do Cispa "poderia ser lapidado", e que ele precisa de "limitações mais claras sobre como as informações sobre ameaças serão usadas e manuseadas pelo governo". O que os proponentes do Cispa dizem sobre o projeto O órgão de inteligência virtual americano divulgou, na semana passada, um texto que destaca os "pontos-chave" do Cispa. O primeiro destaque é que o projeto "ajuda o setor privado a se defender de ataques de países como a China ao permitir que o governo entregue informações cruciais para que (empresas) protejam suas redes e a privacidade de seus usuários". O Cispa também deveria "manter as mãos do governo federal (sic) longe da internet, e não permitir que o governo interrompa o acesso a sites particulares, ou censure ou obrigue a companhias privadas que removam conteúdos". Além disso, "protege a privacidade dos americanos ao proibir que Washington force companhias privadas a entregar informações, enquanto encoraja as empresas a 'anonimizar' os dados voluntariamente compartilhados".

Com informações de ReadWriteWeb, Mashable, LifeHacker e Huffington Post.